Ainda a Crítica ou História da Arte

A crítica de arte morreu! Essa observação geralmente utilizada nos meios acadêmicos não está completamente errada. Cabia à crítica, desde o século XIX, o processo de mediação: público – circuito artístico. No momento, muitas exposições de arte transformaram-se em uma vitrine para venda de mercadorias. É possível resgatar essa prática? Considerando a existência de inúmeros artistas atuantes, seria possível encontrar um circuito alternativo? Nesse canal, você encontrará críticas sobre o circuito mineiro em diálogo com o internacional e análises de obras artísticas do ponto de vista da história da arte.

A proposta é realizada por uma grande e qualificada equipe pertencentes ao Grupo de Pesquisa do CNPq- Memória das Artes Visuais.

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Conheça a equipe:

Rodrigo Vivas (líder do grupo de pesquisa)

O curador e professor Rodrigo Vivas iniciou seu percurso acadêmico na Universidade Federal de Ouro Preto (UFOP) com a gradução em História. O prosseguimento dos estudos se deu através do doutorado em História da Arte pela Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP) obtido em 2008, no qual defendeu a tese Os Salões Municipais de Belas Artes e a emergência da arte contemporânea em Belo Horizonte que no ano de 2012, originou o livro publicado pela C/Arte: Por uma história da arte em Belo Horizonte: artistas, exposições e salões de arte, demarcando de forma definitiva os interesses de construção e estudo da História da Arte em Belo Horizonte. Acaba de lançar o livro – Abstrações em Movimento: concretismo, neoconcretismo e tachismo publicado pela editora Zook. É atualmente diretor do Centro Cultural da UFMG.

Nelyane Santos (Doutoranda)

Doutoranda no Programa de Pós-Graduação em Artes, da Escola de Belas Artes da UFMG, na linha de pesquisa Artes Plásticas, visuais e interartes: manifestações artísticas e suas perspectivas históricas, teóricas e críticas, com tema em História da Arte no Brasil (2016-2020). Mestra em Artes Visuais, pelo mesmo Programa com dissertação sobre História da Arte em Belo Horizonte (2014). Possui graduação em Conservação-Restauração de Bens Culturais Móveis (2011) e em História (2005) pela Universidade Federal de Minas Gerais.

Gisele Guedes (Mestranda)

Possui graduação em Conservação e Restauração de Bens Culturais Móveis pela Universidade Federal de Minas Gerais (2014). Tem experiência na área de Artes, com ênfase em Fundamentos e Crítica das Artes, atuando principalmente, nas possibilidades de escrita da História da Arte em Belo Horizonte a partir dos três acervos localizados na cidade: Museu de Arte da Pampulha (MAP), Museu Histórico Abílio Barreto (MHAB) e Museu Mineiro (MIM). É atualmente aluna do Programa de Pós-Graduação em Artes da Universidade Federal de Minas Gerais na linha de pesquisa: ?Artes Plásticas, visuais e interartes: manifestações artísticas e suas perspectivas históricas, teóricas e críticas?, desenvolvendo uma pesquisa cujo enfoque reside sobre as obras tridimensionais presentes em Belo Horizonte.

Bolsistas pertencentes ao Grupo:

Aline Maracahipe Rocha – Graduanda em Arquitetura – UFMG

Alexandre Drummond – Graduado em Museologia – UFMG

Ana Clara Souza Antunes – Graduanda em Museologia – UFMG

Gabriela Miranda – Graduanda em Artes Visuais – UFMG

Henrique Meira – Graduando em Artes Visuais – UFMG

Larissa Gusmão – Graduanda em Arquitetura – UFMG

Letícia Proença – Graduanda em  Artes Visuais – UFMG

Sophia Carvalho – Graduanda em Artes Visuais – UFMG

2 comentários em “Ainda a Crítica ou História da Arte

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