Seleção de Bolsa de Pesquisa

Seleção para Bolsa de Pesquisa para alunos da UFMG:
Projeto: Memória das Artes Visuais de Belo Horizonte​
Cursos: Artes Visuais, História, Conservação, Museologia, Arquitetura e áreas afins;
Área da Pesquisa: História da Arte em Belo Horizonte
Dedicação: 20 horas semanais
Maiores informações sobre o Projeto:
http://dgp.cnpq.br/dgp/espelhogrupo/4176830120741602
http://www.rodrigovivas.com

Enviar currículo para rodvivas@gmail.com
Data limite: 19 de junho.

Maiores informações poderão ser obtidas pelo email rodvivas@gmail.com
Abraços do Rodrigo Vivas

Rafael Detomi Wolbert – Kandinsky, Wassily. Murnau – Paisagem Estival.

UNIVERSIDADE FEDERAL DE MINAS GERAIS

ESCOLA DE BELAS ARTES – DEPARTAMENTO DE ARTES PLÁSTICAS

DISCIPLINA: CRÍTICA DAS ARTES VISUAIS

PROFESSOR: Rodrigo Vivas

ALUNO: Rafael Detomi Wolbert

DATA: 19/05/2015

Kandinsky, Wassily. Murnau – Paisagem Estival. Kandinsky: Tudo começa num ponto. Galeria do CCBB, Belo Horizonte, Maio 2015.

A obra Murnau – Paisagem estival de Wassily Kandinsky data de 1909, trata-se de pintura em óleo sobre tela do gênero paisagem constituída de grande força abstrativa, em moldura preta, moldura que não se relaciona bem com a iluminação, pois, projeta pequena sombra na parte superior da paisagem.

Murnau não contém em si caráter narrativo. Essa pintura está compreendida no período em que as obras de Kandinsky passam a se distanciar da representação realista, ali a estrutura da paisagem é considerada como menção cedendo maior espaço a toda carga expressiva que o pintor consegue depositar no registro das rápidas pinceladas, com uma paleta de cores bem resolvida e precisa a favor da captura efêmera do instante e do gênio espiritual que emana naquele desejo de composição.

Vários fatores congregam em acrescentar o valor das pinturas tal como obras de arte, dentre eles o fato das paisagens datadas no período de 1910 em Murnau, na Alemanha, marcarem na história da arte o momento de transição entre a figuração e a pintura abstrata protagonizado por Kandinsky, além do conjunto de sua obra. Por conta dessa colocação na linha da história da arte podemos também constatar que o nome por de trás das obras passa a receber ônus que perpassa pelo valor da obra de arte em si à própria figura do pintor. Ingredientes que garantem chamariz bastante popular, providenciando grande visitação de público variado.

Vasily Kandinsky, Mulheres no bosque ( Kirche ), 1907. Xilogravura – GABRIELLA SANTOS GONZAGA

UNIVERSIDADE FEDERAL DE MINAS GERAIS
ESCOLA DE BELAS ARTES – DEPARTAMENTO DE ARTES PLÁSTICAS
DISCIPLINA: ARTES VISUAIS NO BRASIL I
PROFESSOR: RODRIGO VIVAS
ALUNA: GABRIELLA SANTOS GONZAGA
OBRA: Vasily Kandinsky, Mulheres no bosque ( Kirche ), 1907. Xilogravura
A obra escolhida de Kandinsky se apresenta uma gravura como modalidade artística, pois se constituía de um tipo impressão. Gravura, provavelmente feita com uma matriz de madeira cavada e tinta nanquim, ou seja, seria uma xilogravura. Xilogravura tem um aspecto mais artesanal pelo desenho mais figurativo, pelas marcas no papel que causam a sensação de que ele foi pressionado com a matriz e a tinta nanquim.  A tinta nanquim por sua vez, causa uma cobertura opaca na superfície sobre o papel, o preto ganha a sensação de ser fosco. A xilogravura foi provavelmente feita em um suporte de papel de algodão e que é percebido pelo aspecto que causa com as marcas da matriz e a tinta nanquim. Como dimensão, a xilogravura de Kandisnsky, em várias posições de observação da obra, é melhor percebida se olhada de perto. Por se uma gravura monocromática, apenas em preto, quando nos afastamos ela se transforma em uma mancha difusa e difícil de se enxergar. Aproximando, a observação se defina mais e é possível enxergar detalhamento de profundidade no desenho. É possível, também, enxergar como a composição da gravura foi feita. Com uma figura feminina no centro que causa um movimento de expansão com os braços abertos e com outras duas figuras possivelmente masculinas se equilibrando de cada lado.

Improvisação 4 – Wassily Kandinsky – Caíque Gomes Ribeiro

improvisação 4

“Improvisação 4” é uma obra de Wassily Kandinsky feita em 1909, atualmente pertencente ao Museu Estatal de Artes de Ninji Novgorod, na Rússia. A pintura, feita a óleo sobre tela, a priori causa estranheza. Uma agonia intensa, provinda da vontade de desvendar as formas ali presentes. Uma reação usual e esperada. A maneira em que a tela foi exposta, com paredes negras e as parcas luzes incidentes na obra, tornam as cores menos vibrantes, diminuindo a potencia inicial delas. Entretanto, na medida em que observamos, a agonia dá lugar à curiosidade, ainda ingênua, de compreender e viajar nas formas, e não mais decifra-las. Neste momento em que mergulhamos nas formas, as cores, antes apenas estranhamente colocadas, ganham potencia. Potencia de transitar entre os gestos, claramente visíveis, do pincel, de maneira em que, ao nos aproximarmos, nos é revelado um novo mundo de cores, gestos e formas, sobrepostas.

As Improvisações de Kandinsky traduzem reações emocionais espontâneas, não sendo ainda, abstrações concluídas (as quais ele chama de Composições). Sabendo da realização da obra a partir de um sentimento específico, não se faz necessário estar sobre efeito do mesmo sentimento para apreender a obra. A falta de tema nas artes “não figurativas” permite caminhos variados, explorando caminhos similares à proposta do autor, ou desbravando outros inúmeros caminhos possíveis da contemplação da obra. Não saber o sentimento que ocorria em Kandinsky em momento de feitura do quadro, não impossibilita sua contemplação, e em minha opinião, facilita, pois não limita a interpretação das cores, formas e gestos como um simples código ou tabela de significados.

MARINA FERREIRA TAVARES – Quadro com Pontas

20150507_141409

UNIVERSIDADE FEDERAL DE MINAS GERAIS
ESCOLA DE BELAS ARTES – DEPARTAMENTO DE ARTES PLÁSTICAS
DISCIPLINA: ARTES VISUAIS NO BRASIL II
PROFESSOR: RODRIGO VIVAS
ALUNA: MARINA FERREIRA TAVARES

    A obra “Quadro com pontas” de 1919, é uma pintura que teve como material a tinta à óleo, e como base a tela.
A conclusão tirada pós observação breve é que a cor e as formas assumem um papel preponderante em toda a obra.
As cores são capazes de transmitir emoções, o fundo em tom marrom pode revelar dor e isolamento, atingindo tristeza, podem ser classificadas como profundas, no entanto, encontram-se reforçadas pelas formas.
Sobre a relação estabelecida entre a obra e o observador pode-se relatar que: O diferencial da obra é não se limitar a uma observação aproximada, o distanciamento nos faz perceber melhor a composição geral e como as cores e as formas dialogam entre si.
As formas mesmo sendo inteiramente abstratas nos deixam perceber nelas associações com objetos reais.
Enrede-se com as cores nessa tela o ponto incial em torno do qual se desenvolve a obra. Ainda sobre essa relação “obra X observador”, posso relatar que o afastamento nos permite olhar para dentro do quadro, lendo cada detalhe, observando a maior incidência de luz na parte superior, estabelecendo relações com outras partes da pintura, o que torna o quadro provocativo.

Marcella Orfanó Caetano da Silva e Pamplona – Dois Ovais

20150507_152629 20150507_152644 20150507_152652 20150507_152658 20150507_152706

Wassily Kandinsky

A obra Dois Ovais, de 1919, uma pintura abstrata, que teve como técnica, óleo sobre tela; conclusão tirada perante a observação de forma mais aproximada possível, lateralmente; a luz que incide diretamente na parte superior da obra, deixa evidente relevos criados pelos acúmulos de tinta, uma sensação de acetinado em toda obra junto ao relevo, pode se concluir que a mesma teve como material óleo sobe tela.

A relação obra e observador se da melhor quando o observador se afasta da obra, esse distanciamento nos faz compreender melhor a composição geral da pintura, a forma em que as cores, linhas e formas dialogam de forma equilibrada. Com a aproximação do observador, a obra tem uma leitura completamente diferente, existe um ponto de tensão evidente, uma forma negra que envolve cores vibrantes, todo o olhar é direcionado para aquele ponto de conflito, tanto pela sua forma circular, quanto pela sua cor que tem um grande peso no olhar.  Outro ponto de tensão evidente com a aproximação do observador sobre a obra, são manchas circulares  na parte inferior do quadro, manchas escuras e de tamanho significativo no canto inferior esquerdo;  essas manchas e a forma circular preta ao cento do quadro, pesa completamente  composição  da obra e direciona completamente o olhar do observador, criando um dialogo apenas entre elas e um conflito enclausuraste entre os outros elementos da obra.

Com o distanciamento do observador da obra, não existe mais um peso desproporcional que tenciona a composição, de forma a direcionar o olhar para apenas alguns focos. Existe agora uma expansão das cores, como se a obra apropriasse de todo espaço visual possível. Cores fortes que agora dialogam com as formas e linhas negras, assim como existe um equilíbrio composicional entre as manchas pretas que tencionam um ponto do olhar, mas que as cores e formas agora leva a um equilíbrio da obra.

A luz que incide de forma superior a obra, interfere sobre a massa negra de forma mais evidente, na parte superior do quadro, existe um brilho que dependendo da posição do observado, interfere na leitura da obra.

O preto que dissolve sobre o vermelho, respira no contato com o branco e azul, que logo entra em um movimento de formas e cores intensas.

Ainda sobre o distanciamento, observa se um movimento intenso em toda extensão da pintura, as linhas que direcionam o olhar para as formas escuras, que criam um ritmo com as cores, as manchas claras agora tem o mesmo peso que às escuras, criando uma área de respiro que também dialoga com as áreas de tensão da obra, o movimento é continuo e inesperado, sem uma rotina especifica, sem um movimento exatamente coreografado, mas que prende o olhar, um fluxo infinito, o tempo de observação é indeterminado,  a cada releitura da obra, se descobre novas cores, formas e um fluxo do movimento diferente. O  interrompimento da observação é forçado, uma quebra do fluxo, contrario a obra.

Artur Mesquita Bicalho – No Branco de Kandinsky

Kandinsky

UNIVERSIDADE FEDERAL DE MINAS GERAIS

ESCOLA DE BELAS ARTES – DEPARTAMENTO DE ARTES PLÁSTICAS

DISCIPLINA: ARTES VISUAIS NO BRASIL II

PROFESSOR: Dr. Rodrigo Vivas

ALUNO: Artur Mesquita Bicalho

 No Branco

Wassily Kandinsky

A obra No Branco, feita por Wassily Kandinsky em 1920, é uma pintura à óleo, fato perceptível não só pela variedade de tratamentos permitidos por sua materialidade – mais espessa, mais plana, mais rala, com maior cobertura… –, mas também pelas rachaduras e ressecamento da obra, típicas da tinta à óleo. Também podemos ver, nas áreas com menos matéria, o relevo da tela e deduzir que foi utilizado como suporte o tecido. Apesar de os contornos, massas pictóricas, linhas, continuidades e interrupções poderem ser interpretados, em detalhe, e apenas em detalhe, como representações figurativas com diferentes graus de realismo, não podemos deduzir da obra qualquer motivo artístico, real ou imaginário, utilizado como referência para estruturação da imagem. É, portanto, uma pintura abstrata.

Um fundo branco-amarelado dá o clima da imagem e envolve seus elementos pictóricos que, centralizados, apenas duas vezes tocam as bordas da imagem – duas faixas tricolores que esmaecem à medida que avançam para as margens. Essa centralidade cria na obra uma sensação de suspensão e leveza, realçada pela predominância de tons pastéis utilizada por Kandisnky. As cores parecem lavadas, mesmo nos mais densos azuis ou vermelhos. Não há fortes marcas da pincelada, os elementos da obra são ora formas geométricas bem definidas (linhas, retângulos, curvas, faixas), ora áreas de cor com leves passagens tonais ou grandes manchas diluídas e sinuosas. Portanto, mesmo que a aproximação mais dedicada seja de interesse de um pintor que quer saber tecnicamente como foi feita a imagem, esta não oferece a degustação do gesto como nos faria, por exemplo, uma obra impressionista. No Branco é melhor apreendida se completamente dentro do campo de visão, num corpo-a-corpo de igual para igual, de maneira que a pintura não nos envolva como um quadro épico, mas também não se torne na distância um mero objeto, e sim ocupe todo o nosso plano de visão – uma tela. Destacam-se momentos como: a “bolha” marrom central e a contra-forma que a recortada por dentro, um emaranhado de linhas convergindo para um centro, recortadas por um retângulo; a malha quadriculada no canto inferior esquerdo; as duas faixas tricolores já citadas e os infinitos pequenos seres pictóricos que as circundam; o “cume” verde no canto superior direito, que contém uma sombra disforme e é sustentado por duas torres nas cores azul e laranja. Entre outros percursos do olhar, que detalhariam mais caminhos e descrições.

Diante da infinidade de elementos a serem distinguidos, reunidos, separados, justapostos, nossa percepção tende a procurar planos e suas relações de profundidade, mas a incongruência das diagonais dissolve a possibilidade de tal construção. Kandinsky constrói um universo rico de forma e de cor. Ao mesmo tempo que está aberto, é convidativo, colorido e multiforme, também nos repele, pois em nada podemos prontamente nos identificar. A cada segundo buscam-se associações antropomórficas, zoomórficas, vêem-se paisagens e habitações, mas o conjunto da obra sempre devolve sua realidade, a de uma flutuação de coisas. E todas essas coisas são pura e simplesmente – nisso sua grandeza – pintura.

Introdução à História da Arte – Mini-Curso no Centro Cultural UFMG

mini curso historia da arte

Prorrogadas as inscrições para a oficina “Introdução à História da Arte em Belo Horizonte”, até o dia 18 de maio, próxima segunda-feira”.

Alguns esclarecimentos:
1) Os estudantes poderão pagar uma taxa simbólica de 5 reais ou pedir isenção total;
2) Os estudantes que fizerem a inscrição assumirão o compromisso de comparecem tendo em vista que temos um número limitado de vagas;
3) O Centro Cultural UFMG poderá fornecer certificados para os interessados;
4) Os alunos que fizeram inscrição mediante a pagamento poderão requisitar o ressarcimento;
5) O valor das inscrições serão utilizados nos projetos do Centro Cultural UFMG;

Aula do dia 13 de maio

Caros alunos e demais interessados em História da Arte na década de 1960

No próximo encontro receberemos a Pesquisadora Nelyane Gonçalves Santos. Mestre em Artes pela Universidade Federal de Minas Gerais defendeu a dissertação: A HISTÓRIA DA ARTE DE BELO HORIZONTE A PARTIR DE OBRAS DOS SALÕES MUNICIPAIS ENTRE 1964 E 1968.

A palestra será aberta aos interessados  e ocorrerá no dia 13 de maio as 14 horas na Sala 2005 da Escola de Belas Artes da UFMG.

A dissertação pode ser acessada em:

http://www.bibliotecadigital.ufmg.br/dspace/bitstream/handle/1843/EBAC-9Q6NHL/dissert_nelyane_definitivo.pdf?sequence=1

Abraços do Rodrigo Vivas

Luiz Pontel – O Rio no Verão – 1901 – 1903

IMG_5306

A obra O Rio no Verão, de Kandinsky, é uma pintura à óleo, com um aspecto levemente brilhante que faz parecer tinta acrílica quando vista de longe, é necessária uma aproximação para se notar certas particularidades da tinta a óleo, como a vibração mais contida em áreas com menos texturas e uma dissolução mais característica principalmente na figuração do reflexo no rio. As pinceladas curtas, mas de ritmo contínuo, resolvem as figurações sem muitos detalhes fazendo com que a obra possa ser observada também de longe sem muitos esforços. A madeira compensada em que a obra foi pintada revela-se nas nuanças das nuvens e no reflexo do lago colorindo o mesmo espaço refletido. A obra mede aproximadamente 20 cm x 30cm e mesmo resolvendo-se para ser observada de certa distância no que se refere a figuração, provoca a curiosidade para ser vista de perto, mostrando uma riqueza de detalhes e texturas advindas da gestualidade do artista.

Essa pintura figurativa de paisagem cria com suas pinceladas curtas, espessas e volumosas um ritmo na composição da imagem muito presente em outras obras abstratas de Kandinsky. Apesar de primar pela simplificação da forma, a variação cromática e o gesto do pintor, criam todo um movimento nos elementos da pintura, como se pode notar nas formas irregulares dos reflexos no rio e na variação de direção nas pinceladas das folhas sobre ele.

Imagem

 

 

E novamente a cena adquire um equilíbrio manso, presa de um jogo de forças muito incipientes, incapazes de produzir uma estabilidade resultante de um confronto poderoso. Dessas relações frágeis decorre em parte a graça que pontua toda a aquarela. Livres de uma trama que os magnetize com força, os. meninos — sobretudo os do primeiro plano — adquirem uma leveza que realça a sua ingenuidade. Sem a responsabilidade de sustentar o espaço da aquarela, eles se movem despreocupadamente, indiferentes à vastidao que os envolve. (NAVES, 1996, p. 42)

Jean Baptiste Debret. O primeiro impulso da virtude guerreira, 1827. Aquarela sobre papel, 15,2 x 21,5 cm. Museu da Chácara do Céu, Rio de Janeiro. (Desenho não utilizado na Viagem pitoresca e histórica ao Brasil.)

Imagem

 

“Pictoricamente, essa ação virtuosa deveria se mostrar como forma ideal, capaz de submeter a seu império todo o sensível. Uma ordenação forte e unívoca seria o índice de uma vontade reta, distante da sedução dos sentidos e dos riscos da ambigüidade. O recurso a uma temática edificante — em geral tirada dos feitos de Esparta e da república romana — completaria o movimento. O heroísmo dos episódios, o desprendimento em defesa da pátria ou da república — leônidas que se prepara para enfrentar os medas no desfiladeiro das Termópilas, Brutus que condena à morte os filhos acusados de conspirar contra a república, os Horácios que juram sacrificar a vida pela liberdade de Roma — seriam o correspondente daquela forma que se quer a manifestação sensível do Dever. (NAVES, 1996, p. 41)

Exposição: Minas Território da Arte

Programa de Curso considerando Artes Visuais no Brasil I

Universidade Federal de Minas Gerais

Escola de Belas Artes

Departamento de Artes Plásticas

Disciplina: Artes Visuais no Brasil I

Prof. Dr. Rodrigo Vivas

Ementa:

Concepções e manifestações da Pré-História brasileira, da colonização portuguesa e do Brasil oitocentista

Conteúdo programático:

Estudo da arte brasileira desde suas origens pré-cabralinas, suas manifestações coloniais, e suas relações com a arte européia durante o século XIX

Cronograma das aulas:

4/02 – Apresentação do Programa do Curso e início da discussão sobre o Livro: Introdução aos Métodos da História da Arte

11/02 – Apresentação do Programa do Curso e início da discussão sobre o Livro: Introdução aos Métodos da História da Arte

18/02 – Textos de formação básica:

 PANOFSKY, Erwin. Iconografia e Iconologia: uma introdução ao Estudo da Arte na Renascença. In: Significado nas artes visuais. 2. ed. São Paulo: Perspectiva, 1979. p. 47-87.

WOLFFLIN, H. Conceitos fundamentais da História da Arte: o problema da evolução dos estilos na arte mais recente. São Paulo: Martins Fontes, 1989

 

25/02

OLIVEIRA, Myrian Andrade Ribeiro de. O Rococó religioso no Brasil e seus antecedentes europeus. São Paulo: Cosac & Naify, 2003.
1) Introdução
2) Capítulo 1 – Historiografia
3) A França e o Rococó. Origens, Características e evolução do estilo

Avaliações.

AVALIAÇÕES E NORMAS

 

1) Presença:

a) Serão realizadas duas chamadas. O aluno que não chegar pontualmente na primeira chamada poderá responder a segunda normalmente.

Modalidade 1: Seminário e Trabalho Final

b) Seminários

O aluno poderá escolher a modalidade de seminário, mas deverá levar em consideração os seguintes aspectos:

1) O aluno terá que apresentar uma proposta inicial sobre o seminário que será julgada a relevância. Caso não esteja satisfatório o aluno não poderá apresentar o seminário e fará a segunda modalidade de avaliação;

2) Caso sua proposta de seminário tenha sido julgada relevante o aluno apresentará individualmente em data previamente marcada o seminário em sala. O aluno terá que falar em público para os demais colegas sendo necessário considerar as observações do professor.

Características obrigatórias para a apresentação:

1) Pontualidade;

2) Capacidade de articular as idéias apresentadas;

3) Interesse e disposição para discutir as questões apresentadas e possíveis perguntas levantadas pelos alunos e pelo professor. O aluno que assumir um comportamento violento, mal educado e de desrespeito terá seu seminário cancelado imediatamente e receberá a nota zero.

c) Trabalho Final

O aluno receberá indicações e serão lançadas questões no momento do seminário que o aluno desenvolverá como trabalho final. As normas do trabalho serão divulgadas em momento oportuno.

Avaliações:

Seminário: 25 pontos – material escrito em Power point

25 pontos – apresentação

Trabalho Final: 30 pontos

Participação: 20 pontos.

NORMAS PARA O SEMINÁRIO:

1) O aluno deverá escolher um dos temas propostos para o desenvolvimento do seminário. A escolha do tema do seminário será realizada por email. Será considerado a ordem de escolha pelos alunos.

2) O aluno deverá montar uma apresentação no Power point tendo como ponto de partida o texto indicado;

3) Partes da apresentação:

a) Capa: contendo nome do aluno, nome da disciplina, tema do seminário;

b) Objetivo da apresentação: o aluno deverá apresentar o objetivo da apresentação considerando a tese geral que será desenvolvida;

c) Revisão bibliográfica: o aluno justificará as referências utilizadas no trabalho. Na justificativa deverá conter um breve histórico da publicação escolhida que justifique a escolha. A análise da publicação deverá ser realizada considerando a relevância científica da publicação e do autor.

d) As imagens deverão ser editadas contando as citações transcritas Ipsis litteris contendo SOBRENOME DO AUTOR, Ano da Publicação, página. As citações deverão estar entre aspas.

e) As referências utilizadas deverão ser mencionadas no final da apresentação.

Modalidade 2: Duas avaliações

1)    O aluno fará duas avaliação em sala considerando os conteúdos lecionados em sala.

1 avaliação: 40 pontos

2 avaliação: 40 pontos

Participação: 20 pontos.

Modalidade 3: Pesquisa

O aluno poderá desenvolver uma pesquisa pessoal considerando um calendário específico. O aluno deverá demonstrar interesse pela pesquisa até dia 10 de fevereiro de 2012.

Pontos de participação – 20 pontos.

Para concorrer aos pontos de participação o aluno deverá preencher os seguintes requisitos:

1)    Pontualidade;

2)    Perguntas sobre o texto que aprofundem as questões apresentadas pelo autor.

Programa 2012

Universidade Federal de Minas Gerais
Escola de Belas Artes
Departamento de Artes Plásticas
Disciplina: Artes Visuais no Brasil I
Prof. Dr. Rodrigo Vivas
Ementa:
Concepções e manifestações da Pré-História brasileira, da colonização portuguesa e do Brasil oitocentista
Conteúdo programático:
Estudo da arte brasileira desde suas origens pré-cabralinas, suas manifestações coloniais, e suas relações com a arte européia durante o século XIX
Cronograma
TEMA 1: Arte pré-histórica brasileira
AGUILAR, Nelson. Arqueologia, Mostra do Redescobrimento. In: MOSTRA DO REDESCOBRIMENTO; NELSON, A.; FUNDAÇÃO BIENAL DE SÃO PAULO; ASSOCIAÇÃO BRASIL 500 ANOS ARTES VISUAIS. Arqueologia = Archaeology. São Paulo: Associação Brasil 500 Anos Artes Visuais, 2000. 199p.
CORMELATO, Fabiana. AS Representações Rupestres do Estado de Santa Catarina, Brasil. Disponível em: <http://www.revistaohun.ufba.br/html/_representacoes_rupestres_st_c.html>. Acesso em: 27 jun. 2010.
MACHADO, Juliana Salles. Arqueologia e história nas construções de continuidade na Amazônia. Disponível em: < http://scielo.iec.pa.gov.br/pdf/bmpegch/v4n1/v4n1a06.pdf> Acesso em: 25 jun. 2010.
MADU, Gaspar. A Arte rupestre no Brasil. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Ed., 2006. 83p.
PROUS, André. Arte pré-histórica do Brasil. Belo Horizonte:  C/Arte, 2007, 127p.
PROUS, André; BAETA, Alenice Motta; RUBBIOLI, Ezio. O patrimônio arqueológico da região de Matozinhos: conhecer para proteger. Belo Horizonte: Ed. autor, 2003.132 p.
SCATAMACCHIA, Maria Cristina Mineiro. Arqueologia: 15.000 anos de Artes Visuais. In: MOSTRA DO REDESCOBRIMENTO; NELSON, A.; FUNDAÇÃO BIENAL DE SÃO PAULO; ASSOCIAÇÃO BRASIL 500 ANOS ARTES VISUAIS. Arqueologia = Archaeology. São Paulo: Associação Brasil 500 Anos Artes Visuais, 2000. 199p.
TEMA 2: Arte Indígena
DIAS, José Antonio Braga Fernandes. Arte, Arte índia, artes indígenas. In: AGUILAR, Nelson. Mostra do Redescobrimento.
LAGROU, Els. Arte Indígena no Brasil: agência, alteridade e relação. Belo Horizonte: Editora C/Arte. 2009.
RIBEIRO, Darcy. Arte Indígena. In: ZANINI, Walter (org.).  História Geral da Arte no Brasil.  São Paulo: Instituto Walther Moreira Salles, 1983.  2 vols.
TEMA 3: A ARTE DOS VIAJANTES DO SÉCULO XVI
BELLUZZO, Ana Maria de Moraes. O Brasil dos viajantes. São Paulo: Metalivros; Salvador: Fundação Emilio Odebrecht, 1994. v1. p.13-63
MOSTRA DO REDESCOBRIMENTO: 2000 Parque Ibirapuera, SP; AGUILAR, Nelson; Fundação Bienal de São Paulo; Associação Brasil 500 Anos Artes Visuais. O olhar distante (The distant view). São Paulo: Associação Brasil 500 Anos Artes Visuais, 2000. 303 p.
STADEN, Hans. A Verdadeira História dos Selvagens, Nus e Ferozes Devoradores de Homens (1548-1555). Tradução: Pedro Süssekind. Rio de Janeiro: Dantes Editora e Livraria, 2000. 190p.
VESPÚCIO, Américo. Carta de Américo Vespúcio a Lourenço Dei Medici. In: AMADO, Janaína; FIGUEIREDO, Luiz Carlos. Brasil 1500: quarenta documentos. Brasília: Editora Universidade de Brasília, São Paulo : Imprensa Oficial do Estado de São Paulo, 2001. p. 273-283.
TEMA 4: A ARTE HOLANDESA
BELLUZZO, ANA MARIA DE MORAES; FUNDAÇÃO EMILIO ODEBRECHT. O Brasil dos viajantes. São Paulo: Metalivros ; Salvador: Fundação Emilio Odebrecht, c1994.
FERRÃO, Cristina; SOARES, Jose Paulo Monteiro; TEIXEIRA, Dante Martins. Brasil holandes. Rio de Janeiro, RJ: Index, 1997. 3v. ISBN 8570830556 (broch.)
WHITEHEAD, Peter James Palmer. Um retrato do Brasil holandês do século XVII. 1989.
ZANINI, Walter.Historia geral da arte no Brasil/  coordenação e direção editorial ; Cacilda Teixeira da Costa, pesquisa, assistencia editorial e coordenação tecnica ; Marilia Saboya de Albuquerque, pesquisa e assistencia editorial].
TEMA 5: TIPOLOGIA DA TALHA
ÁVILLA, Affonso; GONTIJO, João M Machado; MACHADO, Reinaldo Guedes. Barroco Mineiro Glossário de Arquitetura e Ornamentação. CD-ROM. Belo Horizonte: Fundação João Pinheiro. Centro de Estudos Históricos e Culturais, 1996. 232p. : il.; + 1 CD-ROM;
BAZIN, Germain. A arquitetura religiosa Barroca no Brasil, Rio de Janeiro: Recorde vol. 1, 1983, 397 p.
GUTIERREZ, Ângela e RAMOS Adriano. Francisco Vieira Servas: e o ofício da escultura na capitania das Minas do ouro. Belo Horizonte: Instituto Cultural Flávio Gutierrez, 2002. 224p;
OLIVEIRA, Myriam Andrade Ribeiro de. Tipologia da Talha. In: __ O Rococó Religioso em Minas. São Paulo: COSAC & NAIFY, 2003, Cap. 2. p. 249-270
TEMA 6: Imaginaria Religiosa Brasileira
ANTÔNIO Francisco Lisboa o Aleijadinho: o que vemos e o que sabemos. Rio de Janeiro: Museu Nacional de Belas Artes, 2001.
BAZIN, Germain. A escultura brasileira antes do Aleijadinho. In:_. O Aleijadinho e a escultura barroca no Brasil. Rio de Janeiro: Record, 1971.
COELHO, Beatriz (Coord.). Devoção e Arte: Imaginária Religiosa em Minas Gerais. São Paulo: EDUSP/Vitae, 2005.
ETZEL, Eduardo. Imagem Sacra Brasileira. São Paulo: Melhoramentos/USP, 1979.
GUTIERREZ, Ângela (Coord.). Francisco Vieira Servas e o ofício da escultura na Capitania das Minas do ouro. Belo Horizonte: Instituto Cultural Flávio Gutierrez, 2002.
LEMOS, Carlos A. C. A imaginária paulista. São Paulo: Pinacoteca, 2000.
OLIVEIRA, Myriam Andrade Ribeiro de. A imagem religiosa no Brasil. In: __. Mostra do redescobrimento: Arte barroca. São Paulo: Fundação Bienal de São Paulo, 2000.
PFEIFFER, Wolfgang. Imaginária seiscentista e setecentista na Capitania de São Vicente.  In: TIRAPELI, Percival (Org.). Arte Sacra: Barroco Memória Viva. 2 ed. São Paulo: Imprensa Oficial do Estado de São Paulo/UNESP, 2005. p. 82-89.
RAMOS, Adriano Reis. Aspectos estilísticos da estatuária religiosa no século XVIII em Minas Gerais. Revista Barroco. Minas Gerais: FAPEMIG, 1993/6. n. 17. p. 193-207.
TEMA 7: Arte Colonial Brasileira: o Rococó – arquitetura e decoração
ÁVILA, Afonso (Org). Barroco Mineiro glossário de arquitetura e ornamentação. 3ª ed. Belo Horizonte: Fundação João Pinheiro. Centro de Estudos Históricos e Culturais, 1996.
ÁVILA, Afonso. Introdução ao Barroco Mineiro. São Paulo: Nobel, 1984.
BAZIN, Germain. A Arquitetura Religiosa Barroca no Brasil. Rio de Janeiro: Record, 1983. 2 vol.
BURY, John. Arquitetura e Arte no Brasil Colonial. São Paulo: Nobel, 1991.
CAMPOS, Adalgisa Arantes. Introdução ao Barroco: cultura barroca e manifestação do rococó em Minas Gerais. Belo Horizonte: Crisálida, 2005. v. 01. 88 p.
COSTA, A. G. Rochas e Histórias do Patrimônio Cultural do Brasil e de Minas. 1a.. ed. Rio de Janeiro: Bem-Te-Vi, 2009. v. 1.
KELEMEN, Pál. Barroque and Rococo in Latin America. New York, Macmillian Company, 1951.
MACHADO, Lourival Gomes. Barroco Mineiro. São Paulo, Perspectiva, 1978.
MELLO, Suzy de. Barroco Mineiro. São Paulo, Brasiliense, 1985.
NEVES, Joel. Idéias Filosóficas do Barroco Mineiro. Belo Horizonte: Ed. Itatiaia, 1986. 
OLIVEIRA, Myriam A. R. de. A Arquitetura e as Artes Plásticas no Século XVIII Brasileiro. In: ARAÚJO, Emanuel, (org), O Universo Mágico do Barroco Brasileiro. São Paulo: Fiesp, 1998.
OLIVEIRA, Myrian Andrade Ribeiro de. O Rococó religioso no Brasil e seus antecedentes europeus. São Paulo: Cosac & Naify, 2003.
OLIVEIRA, Myrian Andrade Ribeiro de. Barroco e Rocóco na arquitetura religiosa da Capitania de Minas Gerais. In: VILLALTA, Luiz Carlos; RESENDE, E.L. (Org.). História de Minas Gerais – As Minas Setecentistas. Belo Horizonte: Autêntica, 2007, p.365-382.
OLIVEIRA, Myrian Andrade Ribeiro de. Barroco e Rococó na Arquitetura religiosa brasileira. IN: LEITE, Sebastião Uchoa Leite (Org.). Revista do Patrimônio histórico e Artístico Nacional: Olhar o Brasil, número 29/2001, MinC- Brasília, p.144-170.
TOLEDO, Benedito Lima de, Do séc. XVI ao início do séc. XIX: Maneirismo, Barroco e Rococó. In: ZANINI, Walter. História geral da Arte no Brasil. São Paulo, Fundação D. Guimarães / Fundação W. M. Salles, 1983, vol. 1, pp. 91-319.
TEMA 8: A pintura de perspectiva
ÁVILA, Affonso, GONTIJO, João, MACHADO, Reinaldo. Barroco mineiro glossário de arquitetura e ornamentação. Belo Horizonte. Fundação João Pinheiro. Centro de Estudos Históricos e Culturais, 1996.
FROTA, Lélia Coelho. Ataíde: Vida e obra de Manuel da Costa Ataíde. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1982.
MELLO, Magno Moraes. Tectos barrocos em Évora: espaço lúdico e decoração. Lisboa: Casa do Sul Editora, 2004.
OLIVEIRA, Myriam Andrade Ribeiro de Oliveira. O rococó religioso no Brasil e seus antecedentes europeus. São Paulo: Cosac & Naif, 2003.
Pintura Colonial. Instituto Cultural Itaú: São Paulo, 1994 Cadernos História da Pintura no Brasil.
TOLEDO, Benedito. Do século XVI ao início do séc. XIX: maneirismo, barroco e rococó.
TEMA 9: ALEIJADINHO
BAZIN, Germain. O Aleijadinho e a escultura barroca no Brasil. Rio de Janeiro: 1971.
COELHO, Beatriz. Devoção e arte. Imaginária religiosa em Minas Gerais. São Paulo: EDUSP, 2005.
GRAMMONT, Guiomar de. Aleijadinho e o Aeroplano: o paraíso barroco e a construção do herói colonial. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2008.
JIMENEZ, Marc. O que é estética. São Leopoldo, RS: Ed. UNISINOS, 1999.
LEVY, Hannah. Modelos europeus na pintura colonial. Acessado em , consultado em 28 de junho, 17:40.
MENDES, Nancy. O Barroco Mineiro em textos. Belo Horizonte: Autêntica, 2003.
PIFANO, Raquel Quinet. A Arte de copiar: gravura, pintura e artista colonial. Acessado em , consultado em 17 de junho, 13:45.
RIBEIRO, Myriam Andrade . Aleijadinho: Passos e Profetas. Belo Horizonte: Itatiaia, 2002.
RIBEIRO, Myriam Andrade. O Aleijadinho, escultor de imagens devocionais. In OLIVEIRA, M; SANTOS FILHO, O; SANTOS, A. O Aleijadinho e sua oficina. Catálogo das Esculturas Devocionais. São Paulo: Capivari, 2002.
TOLEDO, Benedito. Congonhas do Campo. In História Geral da Arte no Brasil. Vol.1. São Paulo: Instituto Moreira Sales, 1983.
VASCONCELLOS, Sylvio. Vida e obra de Antônio Francisco Lisboa, o Aleijadinho. São Paulo: Brasiliana, 1979.
TEMA 10: A MISSÃO FRANCESA – DEBRET
BELLUZZO, ANA MARIA DE MORAES; FUNDAÇÃO EMILIO ODEBRECHT. O Brasil dos viajantes. São Paulo: Metalivros: Salvador: Fundação Emilio Odebrecht, c1994.
NAVES, Rodrigo. Debret, o Neoclassicismo e a escravidão. In: A forma difícil: ensaios sobre arte brasileira. São Paulo: Ática, 1996,
TEMA 11: Almeida Jr. e arte acadêmica
MOSTRA DO REDESCOBRIMENTO, 2000, SÃO PAULO, SP. Arte do século XIX. Curadoria geral Nelson Aguilar; curadoria Luciano Migliaccio, Pedro Martins Caldas Xexéo; coordenação Suzanna Sassoun; tradução Roberta Barni, Christopher Ainsbury, John Norman. São Paulo: Fundação Bienal de São Paulo : Associação Brasil 500 anos Artes Visuais, 2000. 223 p., il. color.
NAVES, Rodrigo. Almeida Júnior: o sol no meio do caminho. Novos Estudos CEBRAP, 2005, n. 73, pp. 135-148
PEDROSA, Mário. Acadêmicos e modernos: textos escolhidos III. Organização Otília Beatriz Fiori Arantes. São Paulo: Edusp, 1998. 429 p., il. p&b.
TEMA 12: Anita Malfati
ALMEIDA, Paulo Mendes de. De Anita ao museu. São Paulo: Perspectiva: Diâmetros Empreendimentos, 1976.
AMARAL, Aracy. Artes Plásticas na Semana de 22: subsídios para uma história da renovação nas artes do Brasil. São Paulo: Perspectiva, 1970.
BATISTA, Marta Rossetti. Anita Malfatti no tempo e no espaço. São Paulo: IBM Brasil, 1985.
BRITO, Mário da Silva. História do Modernismo Brasileiro: Antecedentes da Semana de Arte Moderna. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1974.
CARDOSO, Renata Gomes. A pintura de Anita Malfatti nos períodos iniciais de sua trajetória: proposta de revisão a partir da analise de obras. Dissertação de mestrado defendida no programa de Pós-Graduação em História da Arte Unicamp.2007
TEMA 13: Semana de 22
AMARAL, Aracy A. Tarsila: sua obra e seu tempo. São Paulo: Ed. da Universidade de São Paulo, 1975. 2v. (Estudos).
CHIARELLI, Tadeu. Arte internacional brasileira. São Paulo: Lemos, 1999. 311.
LEITE, José Roberto Teixeira. Pintura moderna brasileira. [Rio de Janeiro]: Record, c1978. 162p.
ZANINI, WALTER; INSTITUTO WALTHER MOREIRA SALLES; FUNDAÇÃO DJALMA GUIMARÃES. Historia geral da arte no Brasil. São Paulo: Instituto Walter Moreira Salles: Fundação Djalma Guimarães, 1983. 2v.
TEMA 14: ANTECEDENTES DO MODERNISMO EM BELO HORIZONTE
VIVAS, Rodrigo. Aníbal Matos: Exposições Gerais de Belas Artes, Salões de Arte da Prefeitura de Belo Horizonte e a hegemonia da arte acadêmica. 1917-1944.
TEMA 15: MODERNISMO EM BELO HORIZONTE