Ecce Homo

Ecce Homo, Latin for “Behold the man”, words of Pontius Pilate. The episode occurs after Jesus’ Flagellation and the Crowning with Thorns. As the soldiers jeer at Christ “Hail, King of the Jews!” Pilate announces that he is about to produce the accused to the high priests and says “Behold the man!”. When they see Christ they all cry out that he should be crucified.
See: Hieronymus Bosch Ecce Homo, Ecce Homo.
Caravaggio Ecce Homo.
Honore Daumier. Ecce Homo.
Aert de Gelder. Ecce Homo.
Rembrandt. Christ Shown to the People.
Titian Ecce Homo, Ecce Homo.

6 comentários em “Ecce Homo

  1. Os elementos recorrentes nestas imagens do Tema Ecco Homo são :

    de Bosch

    – Um homem de barba, com um pano entorno de si mesmo e as mãos amarradas.

    Observações:

    elementos que desapareceram nas figuras de Caravaggio:
    – O publico do resto da imagem

    elementos que desapareceram em Gelder:

    – coroa de espinhos

    Em Daumier o público retorna mas some totalmente em Titian onde aparece apenas a figura do homem.

  2. Os elementos comuns presentes na maioria das imagens são:
    – Homem retratado com corôa de espinhos, representando Jesus.
    – Expressões tristes e cabisbaixas no rosto de Jesus.
    – Mãos amarradas.
    – Sempre com uma túnica ou manto.
    – Na maioria sendo apontado.
    – Na maioria sendo posto a presença de uma multidão.
    – Na maioria sobre um palco, ou sacada.
    – Em algumas aparece segurando uma vara.
    – Jesus aparece sempre semi-nú.

    Curioso o fato das obras retratarem o momento após Jesus ser açoitado e nenhuma delas representar o sangue, salvo algumas, porém em mínima quantidade, e também não representar nenhum ou poucos arranhões sob a pele dele.

    | Matheus Lima
    | 3º Período – Publicidade e Propaganda.
    | PUC – MG

  3. Renata Miranda Carvalhais Santiago
    Publicidade – Manhã – 3º período

    Imagem escolhida: http://www.abcgallery.com/C/caravaggio/caravaggio4.html

    Pré-Iconografia
    – Fatual: 1) um homem com espinho na cabeça, cajado na mão, mãos atadas e coberto por uma tanga; 2) um homem com um lenço na cabeça e cobrindo o primeiro homem citado com um pano; 3) um homem com vestes escuras demonstrando a um possível público o homem que está com espinho na cabeça;
    – Expressional: 1) homem magro com feição de rendimento e rosto machucado; 2) homem com expressão imparcial; 3) homem velho com semblante de intolerância, desdenho.

    Iconografia
    Analisando outras imagens retratando o mesmo tema, notei as seguintes iconografias:
    – Homem com espinho, de mãos atadas e ferimentos no rosto.
    (Fiquei na dúvida se a veste que cobre as costas dele seria considerado um ícone, já que em cada obra ela aparece cobrindo-o de uma maneira singular.)

    Iconologia
    Na primeira obra feita sobre o tema, em 1490, é retratado uma visão ampla do fato, na qual o homem com espinhos na cabeça está sendo exposto ao público, como alguém que está sendo punido. Além disso, considerando a visão do povo em direção ao homem, a atenção do observador desta tela também é tendenciada ao mesmo ponto.
    Nas obras analisadas de 1548 a 1600, ano da obra escolhida para análise, o homem com espinhos é colocado como personagem principal e central da imagem, como representatividade de seu valor. Não é mais mostrado um público, e sim o sofrimento do homem em questão.

    OBS.: Vivas, mesmo lendo o texto e observando os exemplos dados, fiquei com dúvidas, principalmente na hora de fazer a Iconologia e como descrevê-la.

  4. Obra selecionada: Caravaggio. Ecce Homo. c.1600. Oil on canvas.

    Obras semelhantes em ordem cronológica:
    Hieronymus Bosch. Ecce Homo. 1485-1490. Oil on panel.
    Hieronymus Bosch. Ecce Homo. 1490. Oil on panel.
    Titian. Ecce Homo. 1548. Oil on slate.
    Titian. Ecce Homo. c.1558-1560. Oil on canvas.
    Rembrandt. Christ Shown to the People. 1655.
    Aert de Gelder. Ecce Homo. 1671. Oil on canvas.
    Honore Daumier. Ecce Homo. c. 1849-52. Oil on canvas.

    Análise pré-iconográfica fatual: Presença de um homem com as mãos amarradas.

    Análise pré-iconográfica expressional: O conjunto de objetos das obras gera um sentimento universal de julgamento, compaixão e tristeza.

    Análise iconológica:
    Método de composição: Percebe-se através da cronologia das imagens, que até o final do século XV, a cena era composta com vários elementos, e que essa composição levava o foco da imagem das laterais superiores para a parte inferior da imagem. Já durante o século XVI, os artistas compuseram a imagem somente com o retrato do homem com as mãos atadas, centralizado na obra. E no século XVII, as duas obras analisadas durante esse período, são compostas com a centralização da figura do homem na cena, e o retorno dos outros elementos que foram retirados das imagens do século XVI. E a última obra analisada, do século XIX, tem uma composição centralizada verticalmente, com mais elementos além do homem na cena.

    Significação iconográfica: O que foi alterado durante os séculos, na forma de se representar esse tema é que inicialmente, durante o século XV, essa figura masculina de mãos atacadas que representa Jesus Cristo no momento após sua flagelação, formava uma cena com mais vários outros elementos, que incluía uma multidão que aclamava por sua crucificação, e que gera a expressão de um julgamento e culpa. Já no século XVI, o mesmo homem já é representado quase sempre sozinho, é o foco da imagem, demonstra tristeza, consentimento e quietude. Durante o século XVII, a cena se torna mais ampla, com uma multidão também, mas a impressão que temos é que é somente a representação de uma cena específica, e que não existe uma intenção de gerar compaixão como anteriormente. E finalmente, durante o século XIX, temos uma representação mais abstrata e não tão definida da figura de Jesus, que aparenta ser indiferente ao julgamento das pessoas presentes na cena.

    Cecília Cabaleiro França
    Publicidade e Propaganda
    3° Período – Manhã

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