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Exposição: O Olhar: Do Íntimo ao Relacional – Museu de Arte da Pampulha

Debret, o Neoclássico e a Escravidão – Rodrigo Naves

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Aula do dia 15 de abril

Estão disponíveis os textos no moodle para a próxima aula:

 

OLIVEIRA, Myriam Andrade Ribeiro de. A imagem religiosa no Brasil. In: __. Mostra do redescobrimento: Arte barroca. São Paulo: Fundação Bienal de São Paulo, 2000.

NAVES, Rodrigo. Debret, o Neoclassicismo e a escravidão. In: A forma difícil: ensaios sobre arte brasileira. São Paulo: Ática, 1996,

 

Apresentação1

Thomas Ender

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Thomas Ender

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E novamente a cena adquire um equilíbrio manso, presa de um jogo de forças muito incipientes, incapazes de produzir uma estabilidade resultante de um confronto poderoso. Dessas relações frágeis decorre em parte a graça que pontua toda a aquarela. Livres de uma trama que os magnetize com força, os. meninos — sobretudo os do primeiro plano — adquirem uma leveza que realça a sua ingenuidade. Sem a responsabilidade de sustentar o espaço da aquarela, eles se movem despreocupadamente, indiferentes à vastidao que os envolve. (NAVES, 1996, p. 42)

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“Mas quando atentamos para o modo como a aquarela foi realizada, sobressai mais o afastamento em relação ao padrão francês do que a possibilidade de sua efetivação em terras coloniais. De saída, chama a atenção a total ausência de uma linha de força que dê ao desenho direção e movimento.(NAVES, 1996, p. 42)

Jean Baptiste Debret. O primeiro impulso da virtude guerreira, 1827. Aquarela sobre papel, 15,2 x 21,5 cm. Museu da Chácara do Céu, Rio de Janeiro. (Desenho não utilizado na Viagem pitoresca e histórica ao Brasil.)

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“Pictoricamente, essa ação virtuosa deveria se mostrar como forma ideal, capaz de submeter a seu império todo o sensível. Uma ordenação forte e unívoca seria o índice de uma vontade reta, distante da sedução dos sentidos e dos riscos da ambigüidade. O recurso a uma temática edificante — em geral tirada dos feitos de Esparta e da república romana — completaria o movimento. O heroísmo dos episódios, o desprendimento em defesa da pátria ou da república — leônidas que se prepara para enfrentar os medas no desfiladeiro das Termópilas, Brutus que condena à morte os filhos acusados de conspirar contra a república, os Horácios que juram sacrificar a vida pela liberdade de Roma — seriam o correspondente daquela forma que se quer a manifestação sensível do Dever. (NAVES, 1996, p. 41)

Exposição: Minas Território da Arte

Aula dia 25 de fevereiro

OLIVEIRA, Myrian Andrade Ribeiro de. O Rococó religioso no Brasil e seus antecedentes europeus. São Paulo: Cosac & Naify, 2003. p. 1 – p. 38
1) Introdução
2) Capítulo 1 – Historiografia
3) Capítulo 2 – A França e o Rococó. Origens, Características e evolução do estilo

Aula do dia 4 de fevereiro

Uma Introdução aos Métodos da História da Arte

 

 

Caros,

Link para o Livro.

http://www.4shared.com/office/oaoO5I8Sba/HistoriadaArte_MAV_1Noviello-2.html

Programa de Curso considerando Artes Visuais no Brasil I

Universidade Federal de Minas Gerais

Escola de Belas Artes

Departamento de Artes Plásticas

Disciplina: Artes Visuais no Brasil I

Prof. Dr. Rodrigo Vivas

Ementa:

Concepções e manifestações da Pré-História brasileira, da colonização portuguesa e do Brasil oitocentista

Conteúdo programático:

Estudo da arte brasileira desde suas origens pré-cabralinas, suas manifestações coloniais, e suas relações com a arte européia durante o século XIX

Cronograma das aulas:

4/02 – Apresentação do Programa do Curso e início da discussão sobre o Livro: Introdução aos Métodos da História da Arte

11/02 – Apresentação do Programa do Curso e início da discussão sobre o Livro: Introdução aos Métodos da História da Arte

18/02 – Textos de formação básica:

 PANOFSKY, Erwin. Iconografia e Iconologia: uma introdução ao Estudo da Arte na Renascença. In: Significado nas artes visuais. 2. ed. São Paulo: Perspectiva, 1979. p. 47-87.

WOLFFLIN, H. Conceitos fundamentais da História da Arte: o problema da evolução dos estilos na arte mais recente. São Paulo: Martins Fontes, 1989

 

25/02

OLIVEIRA, Myrian Andrade Ribeiro de. O Rococó religioso no Brasil e seus antecedentes europeus. São Paulo: Cosac & Naify, 2003.
1) Introdução
2) Capítulo 1 – Historiografia
3) A França e o Rococó. Origens, Características e evolução do estilo

Avaliações.

AVALIAÇÕES E NORMAS

 

1) Presença:

a) Serão realizadas duas chamadas. O aluno que não chegar pontualmente na primeira chamada poderá responder a segunda normalmente.

Modalidade 1: Seminário e Trabalho Final

b) Seminários

O aluno poderá escolher a modalidade de seminário, mas deverá levar em consideração os seguintes aspectos:

1) O aluno terá que apresentar uma proposta inicial sobre o seminário que será julgada a relevância. Caso não esteja satisfatório o aluno não poderá apresentar o seminário e fará a segunda modalidade de avaliação;

2) Caso sua proposta de seminário tenha sido julgada relevante o aluno apresentará individualmente em data previamente marcada o seminário em sala. O aluno terá que falar em público para os demais colegas sendo necessário considerar as observações do professor.

Características obrigatórias para a apresentação:

1) Pontualidade;

2) Capacidade de articular as idéias apresentadas;

3) Interesse e disposição para discutir as questões apresentadas e possíveis perguntas levantadas pelos alunos e pelo professor. O aluno que assumir um comportamento violento, mal educado e de desrespeito terá seu seminário cancelado imediatamente e receberá a nota zero.

c) Trabalho Final

O aluno receberá indicações e serão lançadas questões no momento do seminário que o aluno desenvolverá como trabalho final. As normas do trabalho serão divulgadas em momento oportuno.

Avaliações:

Seminário: 25 pontos – material escrito em Power point

25 pontos – apresentação

Trabalho Final: 30 pontos

Participação: 20 pontos.

NORMAS PARA O SEMINÁRIO:

1) O aluno deverá escolher um dos temas propostos para o desenvolvimento do seminário. A escolha do tema do seminário será realizada por email. Será considerado a ordem de escolha pelos alunos.

2) O aluno deverá montar uma apresentação no Power point tendo como ponto de partida o texto indicado;

3) Partes da apresentação:

a) Capa: contendo nome do aluno, nome da disciplina, tema do seminário;

b) Objetivo da apresentação: o aluno deverá apresentar o objetivo da apresentação considerando a tese geral que será desenvolvida;

c) Revisão bibliográfica: o aluno justificará as referências utilizadas no trabalho. Na justificativa deverá conter um breve histórico da publicação escolhida que justifique a escolha. A análise da publicação deverá ser realizada considerando a relevância científica da publicação e do autor.

d) As imagens deverão ser editadas contando as citações transcritas Ipsis litteris contendo SOBRENOME DO AUTOR, Ano da Publicação, página. As citações deverão estar entre aspas.

e) As referências utilizadas deverão ser mencionadas no final da apresentação.

Modalidade 2: Duas avaliações

1)    O aluno fará duas avaliação em sala considerando os conteúdos lecionados em sala.

1 avaliação: 40 pontos

2 avaliação: 40 pontos

Participação: 20 pontos.

Modalidade 3: Pesquisa

O aluno poderá desenvolver uma pesquisa pessoal considerando um calendário específico. O aluno deverá demonstrar interesse pela pesquisa até dia 10 de fevereiro de 2012.

Pontos de participação – 20 pontos.

Para concorrer aos pontos de participação o aluno deverá preencher os seguintes requisitos:

1)    Pontualidade;

2)    Perguntas sobre o texto que aprofundem as questões apresentadas pelo autor.

Programa 2012

Universidade Federal de Minas Gerais
Escola de Belas Artes
Departamento de Artes Plásticas
Disciplina: Artes Visuais no Brasil I
Prof. Dr. Rodrigo Vivas
Ementa:
Concepções e manifestações da Pré-História brasileira, da colonização portuguesa e do Brasil oitocentista
Conteúdo programático:
Estudo da arte brasileira desde suas origens pré-cabralinas, suas manifestações coloniais, e suas relações com a arte européia durante o século XIX
Cronograma
TEMA 1: Arte pré-histórica brasileira
AGUILAR, Nelson. Arqueologia, Mostra do Redescobrimento. In: MOSTRA DO REDESCOBRIMENTO; NELSON, A.; FUNDAÇÃO BIENAL DE SÃO PAULO; ASSOCIAÇÃO BRASIL 500 ANOS ARTES VISUAIS. Arqueologia = Archaeology. São Paulo: Associação Brasil 500 Anos Artes Visuais, 2000. 199p.
CORMELATO, Fabiana. AS Representações Rupestres do Estado de Santa Catarina, Brasil. Disponível em: <http://www.revistaohun.ufba.br/html/_representacoes_rupestres_st_c.html>. Acesso em: 27 jun. 2010.
MACHADO, Juliana Salles. Arqueologia e história nas construções de continuidade na Amazônia. Disponível em: < http://scielo.iec.pa.gov.br/pdf/bmpegch/v4n1/v4n1a06.pdf> Acesso em: 25 jun. 2010.
MADU, Gaspar. A Arte rupestre no Brasil. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Ed., 2006. 83p.
PROUS, André. Arte pré-histórica do Brasil. Belo Horizonte:  C/Arte, 2007, 127p.
PROUS, André; BAETA, Alenice Motta; RUBBIOLI, Ezio. O patrimônio arqueológico da região de Matozinhos: conhecer para proteger. Belo Horizonte: Ed. autor, 2003.132 p.
SCATAMACCHIA, Maria Cristina Mineiro. Arqueologia: 15.000 anos de Artes Visuais. In: MOSTRA DO REDESCOBRIMENTO; NELSON, A.; FUNDAÇÃO BIENAL DE SÃO PAULO; ASSOCIAÇÃO BRASIL 500 ANOS ARTES VISUAIS. Arqueologia = Archaeology. São Paulo: Associação Brasil 500 Anos Artes Visuais, 2000. 199p.
TEMA 2: Arte Indígena
DIAS, José Antonio Braga Fernandes. Arte, Arte índia, artes indígenas. In: AGUILAR, Nelson. Mostra do Redescobrimento.
LAGROU, Els. Arte Indígena no Brasil: agência, alteridade e relação. Belo Horizonte: Editora C/Arte. 2009.
RIBEIRO, Darcy. Arte Indígena. In: ZANINI, Walter (org.).  História Geral da Arte no Brasil.  São Paulo: Instituto Walther Moreira Salles, 1983.  2 vols.
TEMA 3: A ARTE DOS VIAJANTES DO SÉCULO XVI
BELLUZZO, Ana Maria de Moraes. O Brasil dos viajantes. São Paulo: Metalivros; Salvador: Fundação Emilio Odebrecht, 1994. v1. p.13-63
MOSTRA DO REDESCOBRIMENTO: 2000 Parque Ibirapuera, SP; AGUILAR, Nelson; Fundação Bienal de São Paulo; Associação Brasil 500 Anos Artes Visuais. O olhar distante (The distant view). São Paulo: Associação Brasil 500 Anos Artes Visuais, 2000. 303 p.
STADEN, Hans. A Verdadeira História dos Selvagens, Nus e Ferozes Devoradores de Homens (1548-1555). Tradução: Pedro Süssekind. Rio de Janeiro: Dantes Editora e Livraria, 2000. 190p.
VESPÚCIO, Américo. Carta de Américo Vespúcio a Lourenço Dei Medici. In: AMADO, Janaína; FIGUEIREDO, Luiz Carlos. Brasil 1500: quarenta documentos. Brasília: Editora Universidade de Brasília, São Paulo : Imprensa Oficial do Estado de São Paulo, 2001. p. 273-283.
TEMA 4: A ARTE HOLANDESA
BELLUZZO, ANA MARIA DE MORAES; FUNDAÇÃO EMILIO ODEBRECHT. O Brasil dos viajantes. São Paulo: Metalivros ; Salvador: Fundação Emilio Odebrecht, c1994.
FERRÃO, Cristina; SOARES, Jose Paulo Monteiro; TEIXEIRA, Dante Martins. Brasil holandes. Rio de Janeiro, RJ: Index, 1997. 3v. ISBN 8570830556 (broch.)
WHITEHEAD, Peter James Palmer. Um retrato do Brasil holandês do século XVII. 1989.
ZANINI, Walter.Historia geral da arte no Brasil/  coordenação e direção editorial ; Cacilda Teixeira da Costa, pesquisa, assistencia editorial e coordenação tecnica ; Marilia Saboya de Albuquerque, pesquisa e assistencia editorial].
TEMA 5: TIPOLOGIA DA TALHA
ÁVILLA, Affonso; GONTIJO, João M Machado; MACHADO, Reinaldo Guedes. Barroco Mineiro Glossário de Arquitetura e Ornamentação. CD-ROM. Belo Horizonte: Fundação João Pinheiro. Centro de Estudos Históricos e Culturais, 1996. 232p. : il.; + 1 CD-ROM;
BAZIN, Germain. A arquitetura religiosa Barroca no Brasil, Rio de Janeiro: Recorde vol. 1, 1983, 397 p.
GUTIERREZ, Ângela e RAMOS Adriano. Francisco Vieira Servas: e o ofício da escultura na capitania das Minas do ouro. Belo Horizonte: Instituto Cultural Flávio Gutierrez, 2002. 224p;
OLIVEIRA, Myriam Andrade Ribeiro de. Tipologia da Talha. In: __ O Rococó Religioso em Minas. São Paulo: COSAC & NAIFY, 2003, Cap. 2. p. 249-270
TEMA 6: Imaginaria Religiosa Brasileira
ANTÔNIO Francisco Lisboa o Aleijadinho: o que vemos e o que sabemos. Rio de Janeiro: Museu Nacional de Belas Artes, 2001.
BAZIN, Germain. A escultura brasileira antes do Aleijadinho. In:_. O Aleijadinho e a escultura barroca no Brasil. Rio de Janeiro: Record, 1971.
COELHO, Beatriz (Coord.). Devoção e Arte: Imaginária Religiosa em Minas Gerais. São Paulo: EDUSP/Vitae, 2005.
ETZEL, Eduardo. Imagem Sacra Brasileira. São Paulo: Melhoramentos/USP, 1979.
GUTIERREZ, Ângela (Coord.). Francisco Vieira Servas e o ofício da escultura na Capitania das Minas do ouro. Belo Horizonte: Instituto Cultural Flávio Gutierrez, 2002.
LEMOS, Carlos A. C. A imaginária paulista. São Paulo: Pinacoteca, 2000.
OLIVEIRA, Myriam Andrade Ribeiro de. A imagem religiosa no Brasil. In: __. Mostra do redescobrimento: Arte barroca. São Paulo: Fundação Bienal de São Paulo, 2000.
PFEIFFER, Wolfgang. Imaginária seiscentista e setecentista na Capitania de São Vicente.  In: TIRAPELI, Percival (Org.). Arte Sacra: Barroco Memória Viva. 2 ed. São Paulo: Imprensa Oficial do Estado de São Paulo/UNESP, 2005. p. 82-89.
RAMOS, Adriano Reis. Aspectos estilísticos da estatuária religiosa no século XVIII em Minas Gerais. Revista Barroco. Minas Gerais: FAPEMIG, 1993/6. n. 17. p. 193-207.
TEMA 7: Arte Colonial Brasileira: o Rococó – arquitetura e decoração
ÁVILA, Afonso (Org). Barroco Mineiro glossário de arquitetura e ornamentação. 3ª ed. Belo Horizonte: Fundação João Pinheiro. Centro de Estudos Históricos e Culturais, 1996.
ÁVILA, Afonso. Introdução ao Barroco Mineiro. São Paulo: Nobel, 1984.
BAZIN, Germain. A Arquitetura Religiosa Barroca no Brasil. Rio de Janeiro: Record, 1983. 2 vol.
BURY, John. Arquitetura e Arte no Brasil Colonial. São Paulo: Nobel, 1991.
CAMPOS, Adalgisa Arantes. Introdução ao Barroco: cultura barroca e manifestação do rococó em Minas Gerais. Belo Horizonte: Crisálida, 2005. v. 01. 88 p.
COSTA, A. G. Rochas e Histórias do Patrimônio Cultural do Brasil e de Minas. 1a.. ed. Rio de Janeiro: Bem-Te-Vi, 2009. v. 1.
KELEMEN, Pál. Barroque and Rococo in Latin America. New York, Macmillian Company, 1951.
MACHADO, Lourival Gomes. Barroco Mineiro. São Paulo, Perspectiva, 1978.
MELLO, Suzy de. Barroco Mineiro. São Paulo, Brasiliense, 1985.
NEVES, Joel. Idéias Filosóficas do Barroco Mineiro. Belo Horizonte: Ed. Itatiaia, 1986. 
OLIVEIRA, Myriam A. R. de. A Arquitetura e as Artes Plásticas no Século XVIII Brasileiro. In: ARAÚJO, Emanuel, (org), O Universo Mágico do Barroco Brasileiro. São Paulo: Fiesp, 1998.
OLIVEIRA, Myrian Andrade Ribeiro de. O Rococó religioso no Brasil e seus antecedentes europeus. São Paulo: Cosac & Naify, 2003.
OLIVEIRA, Myrian Andrade Ribeiro de. Barroco e Rocóco na arquitetura religiosa da Capitania de Minas Gerais. In: VILLALTA, Luiz Carlos; RESENDE, E.L. (Org.). História de Minas Gerais – As Minas Setecentistas. Belo Horizonte: Autêntica, 2007, p.365-382.
OLIVEIRA, Myrian Andrade Ribeiro de. Barroco e Rococó na Arquitetura religiosa brasileira. IN: LEITE, Sebastião Uchoa Leite (Org.). Revista do Patrimônio histórico e Artístico Nacional: Olhar o Brasil, número 29/2001, MinC- Brasília, p.144-170.
TOLEDO, Benedito Lima de, Do séc. XVI ao início do séc. XIX: Maneirismo, Barroco e Rococó. In: ZANINI, Walter. História geral da Arte no Brasil. São Paulo, Fundação D. Guimarães / Fundação W. M. Salles, 1983, vol. 1, pp. 91-319.
TEMA 8: A pintura de perspectiva
ÁVILA, Affonso, GONTIJO, João, MACHADO, Reinaldo. Barroco mineiro glossário de arquitetura e ornamentação. Belo Horizonte. Fundação João Pinheiro. Centro de Estudos Históricos e Culturais, 1996.
FROTA, Lélia Coelho. Ataíde: Vida e obra de Manuel da Costa Ataíde. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1982.
MELLO, Magno Moraes. Tectos barrocos em Évora: espaço lúdico e decoração. Lisboa: Casa do Sul Editora, 2004.
OLIVEIRA, Myriam Andrade Ribeiro de Oliveira. O rococó religioso no Brasil e seus antecedentes europeus. São Paulo: Cosac & Naif, 2003.
Pintura Colonial. Instituto Cultural Itaú: São Paulo, 1994 Cadernos História da Pintura no Brasil.
TOLEDO, Benedito. Do século XVI ao início do séc. XIX: maneirismo, barroco e rococó.
TEMA 9: ALEIJADINHO
BAZIN, Germain. O Aleijadinho e a escultura barroca no Brasil. Rio de Janeiro: 1971.
COELHO, Beatriz. Devoção e arte. Imaginária religiosa em Minas Gerais. São Paulo: EDUSP, 2005.
GRAMMONT, Guiomar de. Aleijadinho e o Aeroplano: o paraíso barroco e a construção do herói colonial. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2008.
JIMENEZ, Marc. O que é estética. São Leopoldo, RS: Ed. UNISINOS, 1999.
LEVY, Hannah. Modelos europeus na pintura colonial. Acessado em , consultado em 28 de junho, 17:40.
MENDES, Nancy. O Barroco Mineiro em textos. Belo Horizonte: Autêntica, 2003.
PIFANO, Raquel Quinet. A Arte de copiar: gravura, pintura e artista colonial. Acessado em , consultado em 17 de junho, 13:45.
RIBEIRO, Myriam Andrade . Aleijadinho: Passos e Profetas. Belo Horizonte: Itatiaia, 2002.
RIBEIRO, Myriam Andrade. O Aleijadinho, escultor de imagens devocionais. In OLIVEIRA, M; SANTOS FILHO, O; SANTOS, A. O Aleijadinho e sua oficina. Catálogo das Esculturas Devocionais. São Paulo: Capivari, 2002.
TOLEDO, Benedito. Congonhas do Campo. In História Geral da Arte no Brasil. Vol.1. São Paulo: Instituto Moreira Sales, 1983.
VASCONCELLOS, Sylvio. Vida e obra de Antônio Francisco Lisboa, o Aleijadinho. São Paulo: Brasiliana, 1979.
TEMA 10: A MISSÃO FRANCESA – DEBRET
BELLUZZO, ANA MARIA DE MORAES; FUNDAÇÃO EMILIO ODEBRECHT. O Brasil dos viajantes. São Paulo: Metalivros: Salvador: Fundação Emilio Odebrecht, c1994.
NAVES, Rodrigo. Debret, o Neoclassicismo e a escravidão. In: A forma difícil: ensaios sobre arte brasileira. São Paulo: Ática, 1996,
TEMA 11: Almeida Jr. e arte acadêmica
MOSTRA DO REDESCOBRIMENTO, 2000, SÃO PAULO, SP. Arte do século XIX. Curadoria geral Nelson Aguilar; curadoria Luciano Migliaccio, Pedro Martins Caldas Xexéo; coordenação Suzanna Sassoun; tradução Roberta Barni, Christopher Ainsbury, John Norman. São Paulo: Fundação Bienal de São Paulo : Associação Brasil 500 anos Artes Visuais, 2000. 223 p., il. color.
NAVES, Rodrigo. Almeida Júnior: o sol no meio do caminho. Novos Estudos CEBRAP, 2005, n. 73, pp. 135-148
PEDROSA, Mário. Acadêmicos e modernos: textos escolhidos III. Organização Otília Beatriz Fiori Arantes. São Paulo: Edusp, 1998. 429 p., il. p&b.
TEMA 12: Anita Malfati
ALMEIDA, Paulo Mendes de. De Anita ao museu. São Paulo: Perspectiva: Diâmetros Empreendimentos, 1976.
AMARAL, Aracy. Artes Plásticas na Semana de 22: subsídios para uma história da renovação nas artes do Brasil. São Paulo: Perspectiva, 1970.
BATISTA, Marta Rossetti. Anita Malfatti no tempo e no espaço. São Paulo: IBM Brasil, 1985.
BRITO, Mário da Silva. História do Modernismo Brasileiro: Antecedentes da Semana de Arte Moderna. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1974.
CARDOSO, Renata Gomes. A pintura de Anita Malfatti nos períodos iniciais de sua trajetória: proposta de revisão a partir da analise de obras. Dissertação de mestrado defendida no programa de Pós-Graduação em História da Arte Unicamp.2007
TEMA 13: Semana de 22
AMARAL, Aracy A. Tarsila: sua obra e seu tempo. São Paulo: Ed. da Universidade de São Paulo, 1975. 2v. (Estudos).
CHIARELLI, Tadeu. Arte internacional brasileira. São Paulo: Lemos, 1999. 311.
LEITE, José Roberto Teixeira. Pintura moderna brasileira. [Rio de Janeiro]: Record, c1978. 162p.
ZANINI, WALTER; INSTITUTO WALTHER MOREIRA SALLES; FUNDAÇÃO DJALMA GUIMARÃES. Historia geral da arte no Brasil. São Paulo: Instituto Walter Moreira Salles: Fundação Djalma Guimarães, 1983. 2v.
TEMA 14: ANTECEDENTES DO MODERNISMO EM BELO HORIZONTE
VIVAS, Rodrigo. Aníbal Matos: Exposições Gerais de Belas Artes, Salões de Arte da Prefeitura de Belo Horizonte e a hegemonia da arte acadêmica. 1917-1944.
TEMA 15: MODERNISMO EM BELO HORIZONTE
        
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